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quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Desesperança

Abondona-me utopia miserável
E leva contigo teus tesouros
Deixa-me ir venturoso e sem chagas
Sem mais lágrimas e desgostos

Cri, creio e crerei adiante
Mas sem esperança de viver
Tua glória que tanto busquei
Sepulto em meu querer

Vai-te e sem rancor se lembre
De quem te amou como ninguém
Jamais derrame pranto em vão
Por quem não te quer bem

Lembra-te-ei deste humilde
Quando sozinha com teu lamento
Antes as chagas de um amor
A toda uma vida sem afeto

Destino dos Perpétuos

2 comentários:

Isis disse...

De hoje em diante passarei mais vezes por aqui.
Te encontrei no blog do Gildo.
Concordo com teus últimos dizeres.
Beijo no coração.

Isis disse...
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